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‘Prometeu, prometeu e nunca fez nada por nós’, queixa-se executivo da JBS sobre Aécio

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Rodolfo Mondoni, Beatriz Bulla, Fábio Fabrini e Fábio Serapião 19/05/2017, 15h42 Ricardo Saud, que fechou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República, relata que grupo pagou R$ 80 milhões para a campanha do tucano à Presidência, em 2014

Senador Aecio Neves dentro de sua residencia em Brasilia. Aécio foi afastado do cargo de senador pelo STF após denuncias da Delação da JBS FOTO WILTON JUNIOR / ESTADÃO

O diretor de Relações Institucionais e de Governo da JBS, Ricardo Saud, relatou, no dia 5 de maio, que o dono da JBS, Joesley Batista, aceitou pagar R$ 2 milhões ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), para que ele pudesse resolver suas pendências financeiras com dois advogados, Alberto Toron e Sânzio Nogueira.

“Entregamos R$ 500 mil em dinheiro vivo, notas de R$ 100”, detalhou sobre o pagamento da primeira de quatro parcelas, em depoimentos à Procuradoria-Geral da República.

O dinheiro foi entregue ao primo do senador, Frederico Pacheco de Medeiros, o Fred, depois que Aécio se recusou a participar da transação, realizada no escritório da JBS, em São Paulo. “Ele pegou o dinheiro, colocou na mochila, pegou um táxi e voltou para Belo Horizonte”, relatou Saud que entregou pessoalmente o valor, que seria entregue ao advogado Sânzio Nogueira.

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O diretor da JBS afirmou que o primo de Aécio foi até São Paulo de avião e voltou para a capital mineira de táxi, com um motorista que trabalha com ele há mais de 20 anos. “Trabalha para levar dinheiro?”, perguntou o procurador. “Eu não posso dizer que é para levar dinheiro, mas pelo que eu entendi, sim”, respondeu.

De acordo com o depoimento, o grupo JBS pagou R$ 80 milhões para a campanha do então candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, em 2014. Mas o senador ‘continuou pedindo mais’, acreditando que a empresa ainda tinha compromisso com ele. “Ele nunca fez nada por nós na verdade. Prometeu, prometeu e nunca fez nada”.

R$ 2.000.000,00 = 3.875 Caminhões-pipa
Linhas existentes - 335 km
Linhas que poderiam existir - 934 km
N

São Paulo

10 km
Vacinas dos últimos anos
Vacinas que poderiam ser compradas
Aedes aegypti - transmissor da Dengue / Chicungunya / Zica
Nº de repelente
14.964 casos de 2013 a 2016
1.125 cartelas de Tamiflu
225 casos por H1N1
Foto: Gabriela biló | Fonte base conversão: Estadão

Fonte base conversão: Estadão
O valor base de conversão de Ambulâncias é de R$ 82.406, baseado nas fontes fornecidas pelo Estadão Ambulância: R$ 82.406
O valor base de conversão de Caminhões-pipa é de R$ 516 (15 mil litros), baseado nas fontes fornecidas pelo Estadão Caminhão-pipa: R$ 516 (15 mil litros)
O valor base de conversão de Casas Populares é de R$ 200.000, baseado nas fontes fornecidas pelo Estadão Casa Popular: R$ 200.000
O valor base de conversão de Quilômetros de Metrô é de R$ 296.000.000, baseado nas fontes fornecidas pelo Estadão Km de Metrô: R$ 296.000.000
O valor base de conversão de Merendas Escolares é de R$ 2,22, baseado nas fontes fornecidas pelo Estadão Merenda Escolar: R$ 2,22
O valor base de conversão de Quadras Poliesportivas é de R$ 44.450, baseado nas fontes fornecidas pelo Estadão Quadra Poliesportiva: R$ 44.450
O valor base de conversão de Repelentes é de R$ 12, baseado nas fontes fornecidas pelo Estadão Repelente: R$ 12
O valor base de conversão de Tamiflus é de R$ 199 (75mg), baseado nas fontes fornecidas pelo Estadão Tamiflu: R$ 199 (75mg)
O valor base de conversão de Vacinas H1N1 é de R$ 120, baseado nas fontes fornecidas pelo Estadão Vacina H1N1: R$ 120
O valor base de conversão de Viaturas Policiais é de R$ 51.266 (Palio Weekend), baseado nas fontes fornecidas pelo Estadão Viatura Policial: R$ 51.266 (Palio Weekend)